sexta-feira, 14 dezembro, 2018
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Chama o SAMU! Os números de emergência que você precisa saber e quando usá-los

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Imagem de uma sirene

 

Quando nos deparamos com uma situação real de urgência, o resgate pode vir pelo telefone. Diversos serviços públicos fazem o atendimento da população, prestando assistência e tratando vítimas de tragédias, acidentes ou crimes.

Cada um deles possui um número diferente e atende diferentes tipos de emergência. Você sabe quais números discar e em quais situações? Continue lendo para descobrir quais deles você precisa saber.

Em Caso de Emergência…

Cada situação de emergência pede um tipo diferente de ajuda. Por isso, é sempre importante saber exatamente para quem você deve ligar em cada caso. Veja:

 

Polícia Militar (190)

Viaturas da Polícia Militar
Viaturas da Polícia Militar

O trabalho da polícia é garantir a segurança da população, a ordem pública e o cumprimento das leis.

Logo, você deve chamar uma viatura da Polícia Militar (PM) sempre que sofrer ou presenciar algum crime que represente riscos para as pessoas – como assaltos, roubos ou agressões.

Também é possível chamar a PM em casos de perturbação da ordem pública – como, por exemplo, uma festa com som alto, que incomode a vizinhança tarde da noite.

 

SAMU (192)

Ambulâncias do Samu
Ambulâncias do Samu

Quando houver uma emergência médica, é preciso chamar as ambulâncias do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (mais conhecido como SAMU).

Atenção: o SAMU deve ser acionado apenas quando o doente precisar de socorro imediato e/ou não tiver condições de se deslocar sozinho até algum tipo de atendimento médico.

Bombeiros (193)

Caminhão do corpo de bombeiros
Caminhão do corpo de bombeiros

O Corpo de Bombeiros existe para ajudar em qualquer acidente ou ocorrência que represente riscos sérios para as pessoas.

Assim, além de incêndios, os bombeiros devem ser acionados em casos de acidentes com animais, vazamentos de gás ou que envolvam produtos químicos perigosos.

  • Dúvida: Devo chamar o SAMU (192) ou uma ambulância dos bombeiros (193)?

As ambulâncias do SAMU atendem urgências médicas, enquanto os bombeiros se dedicam às vítimas de acidentes graves e situações de emergência.

Veja alguns exemplos para entender melhor e pedir o socorro correto:

    • A pessoa A subitamente começou a sentir fortes dores no peito, sinal de alguma condição médica grave. Chame o SAMU (192)!
    • A pessoa B acidentalmente caiu de um lugar alto, sofrendo lesões sérias. Chame os bombeiros (193)!
    • A pessoa C sofreu queimaduras graves e não há nenhum posto de saúde ou hospital por perto para ajudá-la. Nesse caso, pode-se chamar tanto o SAMU (192), quanto os bombeiros (193). Porém, se as queimaduras foram causadas por um incêndio, chame os bombeiros (193)!

 

Defesa Civil (199)

Em casos de desastres naturais, como enchentes e deslizamentos de terra, a Defesa Civil trabalha diretamente nos esforços de resgate e prevenção de futuras tragédias.

A sua principal responsabilidade é coordenar o trabalho de bombeiros e equipes médicas em resposta a essas ocorrências. Ligue para pedir resgate ou denunciar situações de risco.

Outros Números

Existem outros serviços públicos, com números de atendimento, que prestam esclarecimento e dão apoio à população em algumas situações específicas.

Mesmo que não sejam serviços de emergência, eles ainda podem ajudar em diversas situações. Veja alguns:

Polícia Civil (197)

Enquanto a PM realiza o trabalho de policiamento das ruas, a Polícia Civil se dedica à investigação e processamento das ocorrências.

Logo, o número de atendimento da Polícia Civil deve ser contatado caso haja denúncias de atividades ilegais ou informações sobre criminosos foragidos. Lembre-se: não é necessário se identificar para fazer uma denúncia!

Procon (151)

A Divisão de Defesa do Consumidor (Procon) é um órgão que atua na proteção dos direitos do consumidor.

Assim, ligue para o Procon caso tenha alguma denúncia de desrespeito a esses direitos, ou caso queira tirar alguma dúvida em relação a eles.

Direitos Humanos (100)

Também chamado de Disque 100, o número serve para receber denúncias relacionadas à violação de direitos humanos.

Logo, denúncias que envolvam abusos contra crianças e adolescentes, pessoas em situação de rua, a população LGBT, idosos ou pessoas com deficiência podem ser feitas nesse número.

Polícia Rodoviária Federal (191) ou Polícia Rodoviária Estadual (198)

Caso você esteja em uma rodovia federal ou estadual, esses são os números que você deve ligar em casos de acidente ou reclamações. É sempre importante ter esses números em mão quando for viajar ou fazer um trajeto mais longo por quaisquer rodovias.

Lembre-se, também, de se informar em relação aos responsáveis pelo trecho: o 191 para rodovias federais e o 198 para rodovias estaduais.

E agora? Já sabe para quem ligar?

Os números que foram listados prestam serviços importantes e devem ser de conhecimento de todos. Apesar da maioria desses serviços serem de responsabilidade de governos estaduais ou municipais, todos os números de atendimento são nacionais.

Isso significa que todos atendem pelos mesmos números, independente de que lugar do país você está.

Dessa forma, tenha certeza de ter ao menos os serviços de emergência entre os contatos do seu celular, ou anotados em algum lugar que você possa ter sempre em mãos. Nunca se sabe quando e onde irá precisar chama-los!

Também se certifique que os seus parentes e amigos conheçam os números e saibam quando se deve ligar para cada um deles. Por isso, compartilhe essa notícia em suas redes sociais e faça sua parte para repassar essa informação tão importante. (:

Ação Politiquê? nas Escolas – O piloto

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Imagem: Equipe Politiquê? no Projeto Piloto da Ação nas Escolas em 2014.

A Ação Politiquê? Nas Escolas é, de longe, nosso maior projeto até agora e traduz bem a proposta do Politiquê?: ensina política de forma interativa, inovadora e imparcial. Em dois anos (2014 e 2015) alcançamos 2600 adolescentes de Ensino Médio de 16 escolas públicas do Recife e o resultados têm sido tão positivos que professores e alunos costumam pedir que o projeto retorne no ano seguinte.

Mas, você imagina como uma Ação desse porte é realizada? Como ela é pensada, preparada, ajustada até chegar no ponto em que seja aplicada em tantas escolas? E, principalmente, de uma maneira que atinja nosso objetivo, que é o de despertar o interesse entre os jovens sobre política.

Esse será o primeiro de uma série de posts sobre a Ação nas Escolas. Nós vamos te mostrar os bastidores dos bastidores, o que chamamos de piloto e, nas próximas semanas, você poderá acompanhar outras etapas do nosso trabalho com os estudantes do Recife.

Mas, o que é essa Ação nas Escolas?

Explicando bem rapidinho (mais detalhes em posts futuros): A Ação nas Escolas trata de dinâmicas de 100 minutos aplicadas em turmas de 2º e 3º ano do Ensino Médio. Ou seja, nós usamos o espaço de duas aulas geminadas para mostrar o “basicão” de como funciona a política. Parece pouco tempo para muito assunto, não? Por isso é tão necessário termos um planejamento muito bem feito e que seja aplicável não apenas em uma turma específica, afinal queremos que todos os jovens tenham acesso a esse tipo de conhecimento.

Estabelecendo objetivos

A primeira etapa estabelecida quando decidimos realizar a Ação foi definir seus objetivos. A Ação foi criada quando percebemos que precisávamos engajar os jovens diretamente. A internet é uma excelente ferramenta para transmitir informação sobre política, mas não é suficiente. A melhor forma de aprender sobre política é fazendo política e praticando a cidadania.

Mas, como incentivar os jovens a fazer política se eles pareciam desinteressados ou desinformados sobre o assunto? Bingo, descobrimos aí um problema que queríamos resolver: despertar o interesse dos jovens sobre assuntos relacionados a política. Para isso teríamos que provar algumas coisas: (1) política é legal, (2) política não é difícil, e (3) cada cidadão desempenha um papel na política.

Como alcançar os objetivos

Antes mesmo de começarmos a desenhar um plano de aula, realizamos surveys, que são pesquisas em forma de pequenas entrevistas, com um público da idade que queríamos atingir. Nessas pesquisas, conseguimos mapear quais eram as opiniões dos jovens sobre política e o que eles conhecem sobre ela.

A partir daí, definimos quais os pontos que deveriam ser abordados na aula. Como queríamos mostrar que política é divertida, foi planejada uma aula dinâmica que quebrasse a rotina escolar. Sendo assim, os alunos deveriam participar ativamente durante os 100 minutos de atividade. Dessa forma, conseguimos que eles entendam sobre política praticando-a, ainda que seja de forma simplificada.

Testando

Agora que tínhamos o formato da dinâmica planejado, precisávamos saber se ela funcionaria, ou seja, se de fato engajaria os alunos e provocaria neles o interesse sobre política. Por isso resolvemos testar, realizando o piloto da Ação.

Então, entre março e junho de 2014, aplicamos a atividade planejada em 6 turmas do 1º, 2º e 3º anos do Ensino Médio, em duas escolas diferentes. Foi durante esse período que pudemos observar na prática o que era dispensável, o que dava certo e o que se podia ajustar no plano de aula. Assim, atingimos o modelo atual da Ação, que é aplicado pelos embaixadores do Politiquê?, após passarem por um treinamento.

Foi nesse formato que alcançamos os objetivos mencionados antes: com a aula num formato totalmente interativo, o aprendizado sobre política se torna divertido; já que os próprios alunos executam cada etapa da dinâmica, compreendem com mais facilidade o funcionamento das instituições e eleições, por exemplo; e, como cada aluno desempenha um papel cidadão ao longo da dinâmica, percebem mais facilmente a importância da participação de cada um na política na vida real.

Aprendendo

Apesar de a Ação nas Escolas ter sido desenvolvida para ensinarmos aos jovens sobre política e cidadania, nós também aprendemos muito do assunto com os alunos. E, inclusive, continuamos adaptando nosso material de acordo com necessidades que os embaixadores percebem.

A própria elaboração do plano de aula foi um aprendizado pros membros da equipe, que se empenharam em levar a educação política e cidadania ao cotidiano escolar da forma mais criativa possível.

Aprendemos ainda que há aspectos da cidadania ativa que a Ação nas Escolas não consegue dar continuidade e, por isso, criamos outra ação, chamada Desenvolva! (também falaremos mais sobre essa ação em um post futuro). Assim, cada lição aprendida é uma forma de melhor impactarmos nossos jovens e fazermos uma mudança positiva através da educação política.

Não é fácil colocar uma boa ideia em prática, tá vendo?

Mas, quando é bem planejada e executada com cuidado, o resultado é recompensador.

E você? Se anima a colocar em prática um projeto de impacto social? Conta pra gente nos comentários!

Que tal falarmos sobre: IMPEACHMENT?

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Impeachment é uma expressão proveniente da língua inglesa que significa impedimento e, em termos gerais, é utilizado para afastar autoridades do Governo de suas funções quando estes descumprem seus deveres ou infringem determinadas leis. Como punição, normalmente os acusados são impedidos de continuar nos seus cargos.

Entretanto, o impeachment não é algo tão recente como muitos podem imaginar. Você lembra daquela aula de história que te contaram sobre o ostracismo na Grécia Antiga? Se você não se recorda muito bem, o ostracismo significava a perda dos direitos políticos e o exílio por 10 anos como forma de punição para quem era acusado e condenado por ameaçar o sistema democrático na Grécia. Essa foi uma das primeiras ideias que nós podemos comparar com a noção de impeachment.

Na história, a forma de impeachment da maioria das democracias atuais foi inspirado no modelo originado na Inglaterra ainda no século XIV, e que foi aperfeiçoado e expandido no século XX. Os EUA foram um dos primeiros países do mundo não somente a incluir a noção de impeachment em suas leis como também a aplicar esse processo à um presidente. Esse episódio foi resultado do conhecido escândalo de Watergate, terminou por afastar o Presidente Richard Nixon do poder. [1]

Imagem de Nixon sentado. Ele teve que renunciar por ter mentido.
Imagem de Nixon sentado. Ele teve que renunciar por ter mentido.

Aqui no Brasil, nós também já tivemos um caso de impeachment contra um Presidente da República. Foi em 1992, quando Fernando Collor de Melo foi julgado pelo Senado Federal, após ter sido investigado por uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) [2] que durante vários meses investigou acusações de corrupção contra o presidente. Com isso, Collor perdeu seus direitos políticos, ficando afastado por oito anos sem concorrer a nenhum cargo público; e quem assumiu foi o Vice-­Presidente Itamar Franco.

Mobilização popular pelo impeachment de Fernando Collor
Mobilização popular pelo impeachment de Fernando Collor

Os crimes que podem ocasionar um impeachment (leia mais aqui) são dos mais diversos possíveis: desde abuso de poder, crimes normais, crimes de responsabilidade, até qualquer outro atentado às regras constitucionais. Quem define tudo isso é a constituição do país. No caso brasileiro, desde a primeira constituição da República (1891) está incluída a possibilidade de impedimento do cargo de Presidente da República.

A famosa Constituição Cidadã de 1988 manteve a possibilidade de impeachment nos casos em que o Presidente desrespeite alguns dos itens abaixo:

1) a existência da União;

2) o livre exercício do Poder Legislativo, do Poder Judiciário, do Ministério Público e dos Poderes constitucionais das unidades da Federação;

3) o exercício dos direitos políticos, individuais e sociais;

4) a segurança interna do País;

5) a probidade na administração;

6) a lei orçamentária;

7) o cumprimento das leis e das decisões judiciais

Todos esses casos de crime de responsabilidade estão no artigo 85 da Constituição Federal.

Imagem da Constituição Cidadã de 1988
Imagem da Constituição Cidadã de 1988

Mas, e como ocorre o processo do impeachment?

Agora que você já entendeu o que é e de onde vem o impeachment, que tal conhecer todas as fases desse processo? O processo de impeachment é longo de cheio de etapas, sendo todas elas conduzidas pelo Legislativo, através dos nossos deputados e senadores. Todos os prazos, regras e detalhamento dos procedimentos encontram-­se nos artigos 85 e 86 da Constituição e na Lei no 1079 de 1950.

De maneira resumida as etapas são: o pedido; a admissão do pedido; votação na Câmara; investigação e votação no Senado; veredito.

INFOGRAFICO_IMPEACHMENT_ftransparente

  • Após o pedido ser apresentado por qualquer cidadão, a primeira etapa é a aceitação do processo, desde que sejam cumpridos os pré-requisitos para fazer o pedido de abertura, ou seja, são necessários indícios, alegações, ou denúncia de crime de responsabilidade contra o Presidente da República.
  • Em seguida, o presidente da Câmara pode aceitar ou recusar o pedido. Caso seja aceito, os deputados formam uma comissão para análise detalhada do pedido de abertura de impeachment em dez sessões, enquanto que é dado ao Presidente da República o direito de apresentar sua defesa.
  • A partir da manifestação da defesa do Presidente, o deputado que é relator da comissão deve apresentar um relatório final com parecer a favor ou contra a abertura do processo.
  • Há uma segunda votação no plenário na Câmara, antes do processo poder seguir para o Senado. Se 2/3 dos deputados optarem pela continuidade do processo, o processo passa o Senado, onde será montada outra comissão para apreciação.
  • Assim que o Senado instaura o processo, o Presidente da República é obrigado a se afastar de seu cargo por um período de 180 dias, até que ocorra a votação no Senado. Essa votação é comandada pelo presidente do Superior Tribunal Federal. Da mesma maneira que na Câmara, é preciso que 2/3 dos senadores votem a favor ou contra para que o impeachment seja aprovado ou rejeitado.
  • Sendo aprovado, o Presidente da República é afastado do cargo e fica inelegível por oito anos (artigo 52 da Constituição Federal/1988), foi o que aconteceu com o ex ­presidente Collor. Mas se for absolvido, o presidente reassume imediatamente o cargo.

E se o Presidente for condenado e afastado do cargo? Fica a pergunta: quem vai ocupar o seu lugar?

Bom, a resposta está no artigo 79 da Constituição que diz que o sucessor natural é o Vice-­Presidente. Mas, digamos que, por algum outro motivo, o Vice também não possa assumir. Nesse caso, a linha sucessória deve seguir temporariamente com o Presidente da Câmara dos Deputados, do Senado ou do Supremo Tribunal Federal (STF), nesta ordem. E por quê temporariamente e não de forma definitiva?

Isso a nossa Constituição também explica. É que caso nem o Presidente nem o Vice possam assumir nos dois primeiros anos de mandato, são convocadas novas eleições diretas; e nos casos em que esse processo tenha ocorrido nos últimos dois anos de mandato, o Congresso Nacional é obrigado a realizar eleições indiretas para escolher quem deve ocupar a Presidência e a Vice Presidência da República momentaneamente, até o período normal de eleições diretas.

Urna Eleitoral brasileira
Urna Eleitoral brasileira

E aí, deu para esclarecer suas dúvidas?

Nesse momento em que muitos vão às ruas, seja para defender ou condenar o impeachment, é importante se manter informado para não realizar julgamentos equivocados na agitação política que o nosso Brasil vive atualmente.

Comenta aqui pra gente saber o que achou do nosso texto. 😀

Até o próximo post!


[1] O primeiro Presidente a sofrer Impeachment foi o sucessor de Abraham Lincoln, Andrew Johnson. Impedido pela Câmara de Deputados, o Presidente – assim como Bill Clinton mais de um século depois – conseguiu reverter o processo no Senado e foi absolvido, logrando terminar o mandato.

[2] A CPI é um tipo de investigação comandada pelos parlamentares, desde vereadores, deputados até senadores para averiguar denúncias de irregularidades e crimes no âmbito do setor público. Mas deixo essa discussão para um outro post!

 

Lançamento do site: uma nova etapa na história do Politiquê?

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Imagem: Material usado no primeiro piloto da Ação Politiquê? nas escolas

1. Infográfico

Pode-se dizer que o nosso trabalho de parto foi longo. Foram muitas pesquisas, muito brainstorming, consultas e anotações no meu caderninho, período onde tive apoio de muitos amigos, membros da equipe e pessoas que acreditaram em nós desde o começo. Agradeço a todos que tiveram paciência de me escutar repetidas vezes nesse período, obrigada! Eu recebi de um amigo, Matheus (Obrigada, amigo!), a sugestão de utilizar a origem grega do nome Política (Politiké), de cuja pronúncia eu retirei a inspiração para o nosso nome.

Os significados do nosso nome: Sendo a Grécia o berço da democracia, o nome Politiquê? faz jus a um de nossos valores, que é prezar pelos valores democráticos que começaram na Pólis grega. Além disso, Politiquê? também tem relação com o francês politique, que historicamente foi considerada a língua oficial da diplomacia, especialmente até o século passado (século XX). Essa segunda característica remete ao nosso valor de respeito à diversidade, prezando pelas relações diplomáticas e o debate saudável entre cidadãos.

Por fim, o nome remete ao trocadilho entre política e o quê?, expressando a nossa missão de oferecer educação política e responder aos diversos “o quê?” que pairam como dúvidas em relação ao universo da política e da cidadania.   

Lançamos nossa fanpage no facebook

Fizemos o nosso primeiro post, anunciando o começo de um sonho: transformar a sociedade através da educação.

arte fanpage
Imagem: nossa primeira arte da Fanpage :)

3. Primeira Oficina

 

 

 

Participamos do ENEEJ 2013, um encontro de empresas juniores onde aplicamos a oficina “Transposição”, e recebemos feedbacks muito positivos do nosso trabalho.

4. Ação Votar

 

 

Levamos alunos de uma escola pública, menores de 18 anos e maiores de 16, para tirarem o título de eleitor, como parte da nossa ação de conscientização sobre a importância do voto. Contamos com o apoio do TRE – PE e com a Regional Sul da Secretaria de Educação, e com a participação dos alunos voluntários da escola EREM Olinto Victor.

5. Sonho Política

A convite da BOX1824, participamos do grupo de pesquisa qualitativa sobre o tema, aplicada em Recife. Também participei, como representante do Politiquê?, de uma entrevista sobre o nosso trabalho e nossa história. O resultado da pesquisa está disponível para download aqui.

6. Ação nas Escolas

Desenvolvemos a metodologia da Ação nas Escolas, e ao longo de um período de cerca de dois meses, testamos o nosso modelo para coletar feedbacks dos alunos e realizar as adaptações necessárias.

7. Meta Crowfunding

Com o apoio do Benfeitoria e de 102 benfeitores, conseguimos arrecadar os recursos financeiros para realização da Ação Politiquê? nas Escolas! Foi uma grande vitória (:

benfeitoria
Imagem: a página do nosso crowdfunding.

Obrigada a todos os envolvidos, especialmente nossos familiares e amigos, que nos apoiaram imensamente nesse momento. Cada contribuição fez a diferença. Obrigada!

Também agradeço aos que nos conheceram através das redes sociais, e que de todo o Brasil enviaram o seu apoio e nos ajudaram a iniciar nosso trabalho em campo com os recursos necessários. Muito obrigada!

Ps.: Quero pedir licença para agradecer especialmente aos meus pais Fátima e Porcino e namorado Germano, e também familiares pelo apoio. Obrigada, amo vocês!

8. Ação Escolas

Tivemos o início do workshop de treinamento dos nossos embaixadores, que foram selecionados para levar a nossa ação para os alunos das escolas públicas. Foi desde então que percebemos como o nosso sonho era compartilhado por outros jovens, e a real dimensão da importância do nosso trabalho. Uma experiência energizante e inspiradora!

9.-Participação-TV

Fomos convidados pela Globo Nordeste para falar um pouco sobre o tema, no Globo Comunidade que foi ao ar no dia 04/01/2016. A reportagem está disponível aqui: bloco 1, bloco 2 e bloco 3.

10.-Reportagem-Nacional

As notícias do nosso trabalho ressoaram o Brasil, até que recebemos o convite de participar de uma edição especial da revista Época sobre os movimentos de 2013. Foi uma honra sermos selecionados entre tantas iniciativas para representar uma geração de jovens que tem tomado para si a responsabilidade de transformar a sociedade fazendo a sua parte. Você pode ler aqui.

foto noticia epoca
Imagem: página da reportagem. Foto: Léo Caldas.

11.-Entrevista-TV-Projeto

A convite do programa No Balaio, da TV Pernambuco, eu contei um pouco sobre o nosso trabalho, nossa história e nossos desafios. Você pode assistir ao programa aqui: bloco 1, bloco 2 e bloco 3.

12.-Projeto-Bel-Pesce-Ajudanca

Essa foi uma conquista também muito suada. Contamos sobre ela em um post dedicado aos nossos agradecimentos, já que foi através dessa experiência que o nosso site se tornou possível leia aqui. Agradeço mais uma vez à Bel Pesce pela oportunidade e à empresa W7 pela exemplar atitude de desenvolver nosso site gratuitamente.

13.-Artigo-publicado

A convite dos idealizadores da publicação Konrad Adenauer sobre Educação Política, escrevemos um artigo compartilhado nossos resultados e experiência com as iniciativas realizadas nas escolas. Nossos agradecimentos ao professor Humberto Dantas, que tem nos apoiado desde que tomou conhecimento do nosso trabalho, e quem nos convidou para participar desse projeto encantador. Você pode ver a publicação aqui

14.-Lançamos-nosso-site

Finalmente, temos nosso espaço para contar pra você sobre nosso trabalho, compartilhar conteúdo e experiências. Esperamos muito tempo por isso.

Em nome de toda a equipe, convido você a fazer parte da nossa história junto com a gente. Você é nosso convidado nessa jornada, para interagir com a gente, acompanhar nosso trabalho e levar nossa missão ainda mais longe! Contamos com o seu apoio!

Vamos juntos? 😀

Com carinho,

Camilla.

Gratidão: não chegamos aqui sozinhos

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Enfim, nosso site!

É uma alegria imensa poder falar diretamente pra vocês, do nosso cantinho, com tudo organizado e feito com muito carinho.

A verdade é que desde que o Politiquê? começou, tem sido uma longa jornada. Nosso site, sozinho, poderia virar uma história de aventuras. Imaginem que foram muitos os envolvidos pra gente chegar até este momento. Por isso, este post é dedicado a agradecer a todos os diretamente envolvidos na execução do nosso site. 

Pelo site, quero agradecer especialmente a duas empresas (e, com elas, pessoas incríveis que nos ajudaram a ver esse sonho acontecer): a FazInova e a agência W7.

Acredito que a FazInova dispensa apresentações, mas, caso você não conheça, um breve resumo: é uma empresa de educação fundada pela Bel Pesce, uma super empreendedora que tem inspirado pessoas no mundo inteiro a irem atrás de seus sonhos.

Em 2015, a Bel Pesce desenvolveu um projeto chamado Ajudanca. No Ajudanca, que aconteceu no Brasil todo, a Bel abriu 3 minutos da sua palestra de lançamento do seu livro “A sua melhor versão te leva além” para que um projeto se apresentasse e recebesse feedback dela. O projeto precisava ser o mais votado do estado, e em cada estado do Brasil, apenas um foi vencedor. Nós ganhamos em Pernambuco com 1235 votos (e com muito, mas muito suor)! _o/

Aqui, um parêntese: obrigada equipe, aos amigos e familiares de toda a equipe (incluindo os meus), aos apoiadores, e obrigada todo mundo que fez uma campanha e tanto pra gente conquistar essa vitória! Então, no dia 02/12/2015, em frente de uma plateia de mais ou menos 2 mil pessoas, eu subi no palco, conheci a Bel, e ainda apresentei o Politiquê? pra todo mundo! Imagina a honra?!

Foto Bel
Olha só a foto que a Bel postou e a galera que tava lá! Foto: facebook da Bel Pesce.
Palestra Bel 2
Aqui sou eu fazendo o Pitch de 3 minutos. A Bel foi super atenciosa! Foto: um membro da equipe que sentou bem na frente :D

A Bel é super simpática, inspiradora, e além de tudo reconhece a importância de ajudar outros projetos. Obrigada, Bel!

Bel e Camilla
Eu e a Bel :D. Foto: arquivo pessoal – tirada no meu celular :)

Então, um pouco depois disso, veio outra surpresa: o Jonathan, da Agência W7 lá no Rio Grande do Sul, entrou em contato com a gente, dizendo que estavam escolhendo alguns projetos vencedores do Ajudanca para fazer gratuitamente seus sites, e se ofereceu pra fazer o nosso. A gente ficou sem acreditar, mas claro que topamos!

Então, quero agradecer ao Jonathan e ao Vinicius por terem escolhido a gente e dado esse presentão. Muito obrigada! Desejo em nome da equipe que essa gentileza e exemplo de colaboração com a sociedade voltem triplicados pra vocês e pra W7 😀

Também quero agradecer a todos os voluntários que ajudaram a gente na concepção do site. Na verdade, a gente trabalhava pra isso desde que o projeto começou. Mas, como eu disse, isso daria uma história à parte. Fica aqui meu agradecimento a todos os envolvidos, que por motivos da vida (e que a gente entende), não conseguiram finalizar o trabalho, mas deixaram tudo encaminhado pra gente. Muito obrigada, Andréa e Dereckson (com quem eu aprendi muito, já que ele me deu aulas sobre terminologia e tudo que uma leiga precisava saber pra entender como um site funciona). Obrigada também Rob (que ainda é da equipe!). E muito obrigada Victor Neves e Victor Vernilli, por todo o apoio enquanto vocês estiveram nos ajudando!

Essa conquista também é de vocês! Obrigada, galera!

Por fim, quero agradecer ao responsável por essa arte lindona que vocês veem aqui no site, no topo e no fim da página. Uma arte similar também está no nosso facebook desde que o projeto começou, e ele fez tudo com muito carinho. Ah! Você sabia que essa arte se chama doodle? Eu aprendi com ele, o ilustrador e talentoso Daniel Costa. Obrigada demais, Dani!

Então, é isso. Nada melhor do que começar uma nova etapa agradecendo, não é mesmo?

obs.: Galera, os agradecimentos sobre o projeto ter chegado até aqui seriam muito mais extensos do que esses que foram feitos, tanto envolvendo membros da equipe que trabalharam na edição, produção e gestão de conteúdo nesse tempo, e também a todos os membros que já trabalharam com a gente – já foram perto de 100! Nossa gratidão a todos vocês é eterna.

Isso sem contar todo o apoio que recebemos daqueles próximos a nós – eu inclusa. Contudo, o meu agradecimento aqui é para a galera que trabalhou no desenvolvimento do site ao longo de todo esse tempo. E pra Bel e todos que nos ajudaram a vencer no Ajudanca, no caso, porque foi através do Ajudanca que conseguimos ter a visibilidade para que a W7 fizesse essa proposta pra gente. 

No meu próximo post, eu vou me apresentar e contar um pouco da história do Politiquê? pra vocês.

Prometo que volto logo!

Com carinho,

Camilla.

Que tal conhecer nossa equipe?

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Enquanto a gente prepara nosso conteúdo pra você, você já pode ir conhecendo a nossa equipe do Politiquê?.

É só ir na página Sobre nós.

Ah! Se você clicar nas fotos de cada um, você vai ver que cada membro contou um pouquinho da sua história pra você.

Foi tudo feito com muito carinho especialmente pra você, viu? 🙂

Vem conhecer a gente! _o/

Equipe Politiquê?